Casas Populares recebe operação de limpeza em terrenos e praças
A Prefeitura realizou a operação Verde Limpo em terrenos e praças da região das Casas Populares com a capina das áreas verdes do bairro, além da retirada de galhos, entulho e lixo. Duas retroescavadeiras e cinco caminhões foram utilizados na limpeza. De acordo com a chefe do setor de capina e varrição da Prefeitura, Maria Inês dos Santos Santiago, a chuva interrompeu parte dos trabalhos, que serão finalizados neste sábado, 13. Inês acrescenta que o Verde Limpo deverá percorrer outras regiões da cidade. “Estamos montando um cronograma de trabalho para levar essa operação de limpeza a todos os bairros de Porto Feliz nos próximos meses”. Apoio da GCM
A Guarda Civil Municipal colaborou na ação. O comandante da GCM, Cirineu Alves de Lima, e outros seis guardas fizeram o corte da vegetação alta dos terrenos e removeram cercas que indevidamente delimitavam as áreas verdes municipais. Segundo Cirineu, algumas dessas áreas eram utilizadas como esconderijo para consumo e tráfico de entorpecentes.
Projeto “Linha na Agulha”, da Promoção Social, confecciona cobertores feitos com garrafas plásticas
Cobertores feitos com uma matéria-prima inusitada e ecológica: garrafas plásticas. Esse é o trabalho produzido pelo projeto Linha na Agulha, da Secretaria de Desenvolvimento Social e Sustentável, através da Diretoria de Promoção Social. No momento, novos participantes são recrutados para fazer parte da iniciativa. O tecido utilizado nos cobertores foi doado por uma empresa de Sorocaba, a Fibratex, em julho do ano passado, quando foi iniciada a confecção das peças. Os cobertores estão à venda na Promoção Social e o dinheiro arrecadado é revertido ao próprio projeto, na compra de materiais de costura. Outras iniciativas da Secretaria são beneficiadas com a produção dos cobertores. É o que explica a assistente social Paula Mara Burigo, atual responsável pelo Linha na Agulha. “Todo ano, um pouco antes do inverno, a Prefeitura faz a compra de cobertores para oferecer às famílias atendidas pela Diretoria de Promoção Social. Neste ano, pretendemos economizar e suprir essa necessidade com nossa própria produção”, disse. Os cobertores estão à venda por R$ 30,00 (solteiro) e R$ 40,00 (casal).
Kits
A Promoção Social também recruta pessoas para ajudar no projeto. Os interessados podem fazer a confecção das peças no próprio prédio da Diretoria ou receber kits para fazer a costura em casa. “Cada kit que distribuímos é suficiente para montar quatro cobertores. A pessoa pode ficar com um deles para vendê-lo ou mesmo utilizá-lo. Os outros três devem ser entregues aqui no projeto”, explica a assistente social. Além da participação popular, o Linha na Agulha busca formar parceria com entidades de Porto Feliz para estender o benefício a elas. A Cidade dos Velhinhos, por exemplo, recebeu kits para a confecção das colchas. “Temos bastante material para produzir, por isso buscamos mais colaboradores”, conta Paula.
O material
Mesmo tendo garrafas plásticas em sua composição, as colchas são muito macias, além de serem produtos alinhados com a sustentabilidade. Os fios são sintéticos, feitos a partir da reciclagem das garrafas plásticas. O processo envolve a esterilização e o derretimento das Pets. Na sequência, através de um processo químico, o plástico se transforma em fibras suaves e de diferentes cores. O tecido doado está dividido em faixas, que precisam ser costuradas. “Na Promoção Social, fazemos um trabalho artístico. As faixas são separadas de acordo com as cores, costuradas e transformadas em cobertores. Também produzimos casacos, gorros, botas e tudo o que a criatividade mandar”, conta a oficineira Miriam Ribeiro do Prado. Outras cidades da região também receberam as doações da empresa e desenvolvem projetos com os cobertores de garrafa Pet, como Sarapuí, Capela do Alto e Guareí. |